Associação pede ao MP Eleitoral inelegibilidade de Tarcísio, candidatos ao Senado e líderes da Assembleia de Deus por comício em templo no 1º dia de campanha
- Saymara Suzane
- 22 de ago.
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22/08/2026 - 14H00
Representação protocolada pela Associação Movimento Brasil Laico aciona a cúpula do Executivo paulista por uso de espaço religioso, abuso de poder e pede a cassação de imunidade tributária da igreja.
RECIFE/SÃO PAULO — Em Representação Eleitoral e Notícia de Fato, a Associação Movimento Brasil Laico solicitou à Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP) abertura imediata de investigação contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), os candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), além da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério do Belém e seus dirigentes. O documento aponta o uso indevido de templo religioso no primeiro dia útil da campanha eleitoral de 2026 (17 de agosto), diante de uma plateia de cerca de 2.500 lideranças e obreiros na Zona Leste da capital.
Os Responsáveis Acionados
- Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos): Governador de SP e candidato à reeleição, apontado por discursar do púlpito, utilizar linguajar messiânico e realizar pedido indireto de votos para sua chapa.
- Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL): Candidatos ao Senado pela chapa majoritária, beneficiados pela exposição qualificada e palanque religioso.
- Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém: Entidade jurídica de direito privado que cedeu a estrutura, tempo litúrgico e auditório de multiplicadores.
- Dirigentes e Líderes Religiosos: Organizadores do evento, acionados diretamente para responderem com a pena de inelegibilidade por 8 anos como coautores do ilícito (art. 22, XIV da LC 64/90).
As Principais Ilicitudes Apontadas


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